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Polícia Civil prende oito em flagrante por tráfico durante apuração sobre destruição de câmeras de vigilância

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Equipes da Polícia Civil em Primavera do Leste prenderam em flagrante, nesta terça-feira (11.02), oito pessoas envolvidas nos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas. Uma delas foi autuada também por danificar câmeras de vigilância da cidade.

As diligências iniciaram após a central de flagrantes da Delegacia Municipal ser informada pela prefeitura sobre a ação de dois suspeitos que destruíram câmeras de monitoramento em uma das vias da cidade, a fim de evitar flagrantes de tráfico de drogas. A ação criminosa ocorreu nesta madrugada.

No bairro São José, os policiais civis localizaram a motocicleta usada pelos suspeitos durante a ação que destruiu as câmeras de vigilância. Em um conjunto de quitinetes, onde havia movimentação característica de ponto de venda de drogas, os policiais realizaram a abordagem e identificaram o proprietário da motocicleta, L.D.P. de 28 anos. Ele afirmou que tinha uma dívida de drogas e para quitá-la foi obrigado a quebrar as câmeras.

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Na mesma quitinete, próxima ao local onde as câmeras foram danificadas, as equipes da Polícia Civil flagraram os outros sete suspeitos, de 18 e 26 anos, com porções de entorpecentes, balança e dinheiro, apetrechos usados no tráfico e celulares. Um dos aparelhos apreendidos mostrava imagens ao vivo de duas câmeras de segurança instaladas em frente ao imóvel e usadas para monitorar a movimentação do local.

Os oito suspeitos, entre eles uma mulher, foram encaminhados à Delegacia Municipal de Primavera do Leste e autuados em flagrante pelos crimes.

A apuração segue para identificar o segundo envolvido no dano às câmeras de vigilância.

As diligências foram realizadas pelas equipes da Delegacia Municipal, Derf e Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Primavera do Leste.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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