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Polícia Civil prende foragido por descumprir decisão judicial e coagir vítima para retirar medida protetiva

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Policiais civis de Porto Alegre do Norte prenderam, nesta sexta-feira (05.07), um homem de 39 anos que estava sendo procurado por descumprir decisão judicial que determinou que ele se mantivesse afastado da vítima.

Com o descumprimento da medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha, a prisão foi decretada. O agressor foi localizado no distrito de Santo Antônio do Fontoura, município de São José do Xingu.

Os policiais apuraram que o homem estava residindo no mesmo ambiente que a vítima, em flagrante violação à decisão judicial que o proibia de se aproximar dela. Além de desrespeitar a medida protetiva, o suspeito ameaçou a vítima de morte, o que a levou a solicitar nova medida.

A equipe da Delegacia de Porto Alegre do Norte apurou ainda que a vítima foi coagida a solicitar a revogação da medida protetiva anterior.

A prisão do agressor é parte do trabalho investigativo da Polícia Civil, que reforça o compromisso em garantir a segurança de vítimas de violência doméstica e o cumprimento da Lei Maria da Penha.

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O agressor será conduzido à Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte, onde permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil reafirma a importância das denúncias e da colaboração da sociedade para combater a violência doméstica.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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