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Polícia Civil prende faccionado foragido por homicídio qualificado em Sergipe

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As Polícias Civis de Mato Grosso e Sergipe prenderam, nesta sexta-feira (28.2), um homem, de 20 anos, em Aracaju (SE), investigado por envolvimento em um homicídio qualificado e por participação em uma facção criminosa com atuação na região do Araguaia mato-grossense.

A prisão faz parte da Operação Leviatã III, deflagrada na quarta-feira (26.2), em Barra do Garças (520 km de Cuiabá), para capturar diversos alvos relacionados a facções criminosas e ao tráfico de drogas.

O suspeito estava foragido desde a primeira fase da Operação Leviatã. Agora, após uma força-tarefa composta pela 1ª e 2ª Delegacias de Polícia Civil de Barra do Garças para levantar o paradeiro do fugitivo, com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil de Sergipe, o mandado de prisão foi cumprido no Bairro América, em Aracaju (SE), onde o suspeito foi localizado e detido.

As investigações apontaram que o detido está diretamente ligado a crimes violentos e atividades ilícitas relacionadas ao tráfico, reforçando sua atuação como integrante de uma facção criminosa de grande influência na região.

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A Operação Leviatã III segue em andamento para identificar e prender outros membros do grupo criminoso. A Polícia Civil incentiva a população a colaborar por meio de denúncias anônimas, fundamentais para o avanço das investigações, além de garantir a segurança da comunidade.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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