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Polícia Civil prende dupla pelo crime de tráfico de drogas na modalidade de delivery

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¿A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (25.2), um homem e uma mulher de nacionalidade venezuelana no município de Colniza. Ambos estavam vendendo entorpecentes na modalidade conhecida como “delivery”.

O suspeito, de 46 anos, que é servidor público municipal, e a jovem de 21 anos foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Durante as investigações em campo, a equipe da Delegacia de Colniza identificou um endereço no bairro Aprosol, utilizado pelo casal para comercializar entorpecentes no bairro e região.

Diante das suspeitas, o local passou a ser monitorado pelos policiais civis, sendo verificada movimentação intensa na casa, inclusive com indícios de entrega de entorpecentes na modalidade “delivery”.

O suspeito usava um veículo Fiat para realizar o delivery das drogas, após pedidos feitos por aplicativos, como o WhatsApp, e por redes sociais.

Após a constatação dos fatos, os investigadores se aproximaram do imóvel e abordaram os envolvidos na posse de várias porções de drogas, além de material utilizado para embalar as substâncias.

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Conforme apurado, a mulher possui passagens por tráfico de drogas e por integrar facção criminosa. Ela é apontada como liderança e seu marido encontra-se recolhido na Cadeia Pública de Colniza, onde cumpre pena por tráfico de drogas.

Já o homem trabalha para a Prefeitura de Colniza, porém realizava a entrega da droga no período noturno.

Os dois presos foram encaminhados, junto com o material apreendido, à Delegacia de Colniza. Os conduzidos foram interrogados e autuados em flagrante. Após a confecção dos autos, eles foram colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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