MATO GROSSO

Polícia Civil prende dois foragidos da Justiça em Lucas do Rio Verde

Publicado em

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta terça-feira (26.5), dois mandados de prisão contra homens, um de 35 e outro de 26 anos, em Lucas do Rio Verde.

O primeiro foi preso no bairro Bandeirantes, em ação conjunta da equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde com a Polícia Federal.

O suspeito, de 35 anos, possuía um mandado de prisão em aberto expedido pela Vara Única de Tapurah. Ele é condenado a nove anos e quatro meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável.

Após ser capturado, ele foi encaminhado para a delegacia e ficou à disposição da Justiça.

O segundo preso, de 26 anos, foi localizado na região de Groslândia, zona rural de Lucas do Rio Verde. A ação contou com apoio da Polinter.

O suspeito possuía um mandado de prisão preventiva pelo crime de tráfico de drogas, expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Polo de Sinop.

Leia Também:  Proerd lança operação para conscientizar crianças e adolescentes sobre uso de drogas e combate à violência

Após ser capturado, ele foi encaminhado para os procedimentos legais e permaneceu à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Mostra de Cenas da MT Escola de Teatro traz a magia do circo ao palco do Cine Teatro Cuiabá

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Militar forma 32 militares de Mato Grosso e Rondônia no 9º Curso de Operações Rotam

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA