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Polícia Civil prende autor de roubo em Várzea Grande poucas horas após o crime

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A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (18.12), um homem, de 45 anos, suspeito de assaltar uma mulher, de 35 anos, no Bairro Água Limpa, em Várzea Grande, e levar a bolsa e o celular da vítima.

O crime ocorreu por volta das 02 horas, quando a vítima, ao sair de seu local de trabalho, foi abordada por dois homens em uma bicicleta, que anunciaram o assalto e roubaram a bolsa da vítima.

Para consumar o roubo, eles empurraram a vítima e a jogaram no chão de forma violenta. Na bolsa, estavam os documentos dela, cartões bancários, R$ 150 em espécie, seu celular, alguns objetos pessoais, chaves e seu uniforme de trabalho.

Ela procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência. Assim que acionada, a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) deu início às investigações do caso.

Foram coletadas imagens de câmeras de segurança próximas ao local do roubo e, em seguida, realizadas buscas em alguns locais que são frequentados por usuários de drogas.

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O suspeito foi localizado na Praça da Alegria, no Centro de Várzea Grande, e foi reconhecido pela vítima imediatamente como um dos autores do roubo, o que lhe havia agredido. A bicicleta usada por ele também foi reconhecida e apreendida.

O preso já possui condenação por roubo e responde por tráfico de drogas e alega ser usuário de entorpecentes e estar vivendo em situação de rua.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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