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Polícia Civil e Procon fiscalizam loja de móveis em Acorizal investigada por golpes em aposentados

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A Polícia Civil e o Procon Estadual deflagraram, nesta quarta-feira (1.4), uma ação de fiscalização em uma loja de móveis em Acorizal, alvo de investigação por suspeitas de crimes contra aposentados e pensionistas do INSS.

O local começou a ser investigados após a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) ser acionada pelo Ministério Público Estadual com a informação de que a loja possui um caixa eletrônico e aposentados e pensionistas do INSS iam até o local receber seus benefícios previdenciários.

Porém, conforme a denúncia, para sacar o benefício, a loja exigia que parte do dinheiro fosse usado no estabelecimento, em forma de compra.

Segundo o delegado Rogério Ferreira, titular da Decon, no estabelecimento foram constatados diversos indícios de prática ilegal que podem caracterizar crime contra a pessoa idosa na forma de coagir o idoso a contratar e também a venda casada.

“A pessoa tinha um limite de saque de R$ 500 e se ela quisesse sacar mais do que isso, tinha que fazer compras na loja, acabava condicionando”, explicou o delegado.

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Diante do encontrado, a empresa foi multada pelo Procon Estadual e a Decon instaurou um inquérito para apurar os crimes de coagir pessoa idosa a contratar e venda casada.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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