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Polícia Civil cumpre mandado de busca em investigação de compartilhamento de vídeo íntimo de adolescente

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Lucas do Rio Verde, deflagrou na sexta-feira (17.1) a operação “Intimidade Protegida”, para cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar em uma investigação de compartilhamento de imagens íntimas de uma adolescente de 15 anos.

A ordem judicial foi decretada pela Segunda Vara Criminal de Lucas do Rio Verde, após representação da Polícia Civil, e teve como alvo o ex-namorado da vítima, de 18 anos. O mandado foi cumprido na residência do investigado, onde foram apreendidos um aparelho celular iPhone e um notebook, que foram encaminhados para a perícia.

As investigações iniciaram no início de dezembro, após a família da vítima registrar o boletim de ocorrência relatando que um vídeo da menor mantendo relações íntimas com o suspeito estava circulando pela escola. Segundo os elementos colhidos, a vítima e o suspeito tiveram um breve relacionamento, porém diante do comportamento possessivo do namorado, a jovem decidiu terminar o relacionamento.

Porém, o ex-namorado não aceitava o fim da relação e chegou a mandar um buque de flores para vítima no mês novembro, com a intenção de reatar o namoro. Poucos dias depois, o vídeo íntimo que expunha a menor foi compartilhado nas redes sociais.

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Com base nos elementos apurados, a Polícia Civil representou pelo mandado de busca e apreensão domiciliar contra o ex-namorado da vítima, com o fim de apreender o aparelho celular e outras mídias eletrônicas que possam conter imagens íntimas da menor e descobrir a possível origem do compartilhamento.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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