MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 13 ordens judiciais contra facção criminosa no Médio-Norte de MT

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A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (20.2) a Operação Sangria II, com foco na desarticulação de integrantes de um grupo criminoso com atuação no médio-norte de Mato Grosso.

A ação, coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado de Sinop, resultou no cumprimento de 13 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, quatro quebras de sigilo telefônico e quatro medidas de bloqueio de bens e valores, cumpridas nos municípios de Sinop, Itaúba e Colíder.

Entre os principais alvos está um investigado de 27 anos que possuía dois mandados de prisão em aberto e diversas passagens por crimes graves, incluindo homicídio. Conforme apurado, ele exercia papel relevante na estrutura da facção criminosa, com ligação direta a ações violentas atribuídas ao grupo.

As medidas de bloqueio de bens e valores têm como objetivo atingir o núcleo financeiro da facção, enfraquecendo sua capacidade operacional.

Os presos estão sendo encaminhados às unidades policiais e permanecem à disposição da Justiça.

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Operação Sangria

A Operação Sangria II integra as ações estratégicas da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, e também compõe o planejamento permanente da Operação Pharus, inserida no programa Tolerância Zero Contra Facções Criminosas, do Governo do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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