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Polícia Civil apreende 215 cestas básicas que seriam distribuídas por organização criminosa na fronteira

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Duzentas e quinze cestas básicas, que seriam distribuídas por uma facção criminosa na região de fronteira com a Bolívia, foram apreendidas pela Polícia Civil, na sexta-feira (23.08), em ação realizada pela equipe de policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda (442 km a oeste de Cuiabá).

As investigações iniciaram após a Polícia Civil receber informações de que um caminhão carregado com cestas básicas pertencentes a uma organização criminosa saiu de Várzea Grande com destino a fronteira com a Bolívia com objetivo de realizar a distribuição dos produtos e ganhar simpatia da população, assim como recrutar novos integrantes.

A distribuição de cestas básicas por organizações criminosas tem o objetivo de ganhar a confiança dos moradores da região e marcar território dominado pelo grupo.

Diante das informações, a equipe de policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda iniciou o acompanhamento do veículo, vendo o momento em que o caminhão chegou ao município. A equipe então se deslocou para o bairro Morada da Serra, até uma casa de prostituição, pertencente à facção criminosa.

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No momento em que as cestas básicas eram descarregadas no local, os policiais realizaram a abordagem. A proprietária do estabelecimento não soube explicar a origem dos produtos e tampouco revelou a identidade de quem havia enviado as cestas.

Questionado, o motorista do caminhão disse que apenas foi contratado para fazer a entrega da carga e apresentou a nota fiscal de compra, que não estava em nome da investigada. Diante dos evidências, as cestas básicas foram apreendidas e os suspeitos conduzidos à Delegacia de Pontes e Lacerda para prestar esclarecimentos sobre os fatos.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos na atuação do grupo criminoso.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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