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PM prende suspeitos por tráfico de drogas e receptação em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Militar apreendeu um adolescente e prendeu um homem pelos crimes de tráfico de drogas e receptação, na noite desta quarta-feira (15.1), pela operação Tolerância Zero em Lucas do Rio Verde. Nas ações, as equipes militares apreenderam porções de maconha e pasta base e recuperaram uma motocicleta com queixa de furto.

Na primeira ocorrência, militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) estavam em patrulhamento pela cidade e encontraram um suspeito, que jogou um material no chão e fugiu correndo em direção a uma quitinete, ao ver as viaturas policiais.

A equipe da Rotam fez acompanhamento e conseguiu deter o suspeito, identificado como um adolescente de 16 anos, dentro da casa. Em revista pessoal, foram localizados a quantia de R$ 670,00 em dinheiro e dois cartuchos de calibre .28.

Os policiais também recolheram o material jogado pelo suspeito e encontraram 19 porções de maconha e duas porções de pasta base. O criminoso recebeu voz de prisão em flagrante.

Horas depois, a equipe da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensiva (Raio), ao realizar motopatrulhamento no bairro Amazonas, encontrou uma motocicleta Yahama YBR aparentemente abandonada, em uma rua.

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Os militares realizaram checagem ao veículo, que estava com placas da cidade de São José dos Quatro Marcos, e identificaram uma queixa de furto registrada no ano de 2011.

Enquanto os policiais faziam a vistoria da motocicleta, um homem de 31 anos se aproximou do local e afirmou ser o proprietário do veículo. Ao ser questionado sobre a procedência da moto, afirmou ter comprado o veículo por meio de uma rede social, sem apresentar mais informações.

Diante da situação, ele foi conduzido para a delegacia da cidade, junto da motocicleta recuperada, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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