MATO GROSSO

PM prende suspeitos de roubo a joalheria e apreende veículos e armas de fogo

Publicado em

Equipes da Polícia Militar prenderam dois homens, de 26 e 46 anos, por roubo, desobediência e porte ilegal de arma, na tarde desta quinta-feira (07.03), em Várzea Grande. Duas correntes de ouro foram recuperadas e duas armas de fogo foram apreendidas.

A Polícia Militar recebeu informações sobre dois homens armados que estavam em fuga após o roubo de uma joalheria, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá. Segundo as informações, os criminosos fugiram do local em um veículo Stilo e em uma motocicleta de cor preta.

De posse das características dos suspeitos, as equipes policiais da Região Metropolitana iniciaram diligências na busca dos criminosos, onde a Força Tática do 2º Comando Regional se deparou com o veículo Stilo em alta velocidade, em direção ao bairro Ipase, em Várzea Grande.

Durante o acompanhamento, que contou com ajuda de um helicóptero do Ciopaer, os suspeitos efetuaram disparos de arma de fogo contra os militares, que revidaram a ação. Em determinado momento, os homens abandonaram o carro e se jogaram do veículo, sendo detidos pelos militares.

Leia Também:  Polícia Civil prende em flagrante envolvido em roubo a residências na cidade de Acorizal

Na revista pessoal aos homens, dois revólveres calibre .38 foram encontrados e também duas correntes de ouro, com etiquetas da joalheria. Questionados sobre onde estaria a motocicleta utilizada para a fuga, um dos homens disse que teria abandonado o veículo próximo ao shopping.

Os militares realizaram contato com a proprietária do estabelecimento, que reconheceu os suspeitos como autores do roubo.

Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão e foi conduzida para Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  "Vera vive um momento importante de crescimento graças aos investimentos do Governo", afirma prefeito

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Sedec e Prefeitura de Paranaíta firmam convênio para instalar fábrica municipal de ração para peixes

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA