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PM deflagra segunda semana da Operação Tolerância Zero com reforço de cerca de 200 policiais

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (06.12), a segunda semana da Operação Tolerância Zero com um reforço de cerca de 200 policiais militares em todo o Estado. Na Região Metropolitana, o lançamento ocorreu na sede do 1º Batalhão da instituição, no bairro Porto.

“É o policiamento ostensivo, preventivo e tático. Essa operação tem o intuito de combater o crime organizado e segue um plano estratégico e operacional muito bem orquestrado entre todas as Forças de Segurança e unidades da Polícia Militar”, reforçou o comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Tinoco.

A operação acontece em todos os 15 Comandos Regionais da PMMT e busca intensificar a presença e atuação da Polícia Militar em todo o território estadual, com foco na detenção de indivíduos em flagrante, apreensão de armas e drogas, além de ações operacionais essenciais para a garantia da ordem pública e segurança da sociedade mato-grossense.

O comandante-geral destacou que o lançamento da operação segue a uma determinação do governador Mauro Mendes, que lançou o Programa de Tolerância Zero ao Crime Organizado, no último dia 25.

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“Desde a última semana, estamos intensificando o policiamento por meio da Operação Tolerância Zero em todo o Estado de Mato Grosso com objetivo de fortalecer o policiamento nas ruas. Existem várias operações sendo conduzidas pelas Forças de Segurança simultaneamente por determinação do Governo do Estado”, afirmou o comandante-geral.

O coronel Cláudio Fernando também ressaltou que as ações ostensivas e repressivas serão realizadas pelas equipes dos batalhões de área dos municípios e pelas unidades especializadas Polícia Militar em pontos com maiores índices de ocorrências envolvendo integrantes de organização criminosa.

Primeira semana

Somente na primeira semana da operação, entre os dias 25 de novembro e 01 de dezembro, mais de 400 pessoas foram conduzidas para delegacias e 490 quilos de entorpecentes foram retirados de circulação pela Polícia Militar em todo o Estado. No período, foram registrados 483 boletins de ocorrências e 20 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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