MATO GROSSO

PM apreende 30 tabletes de super maconha em ônibus de viagem em Vila Bela da Santíssima Trindade

Publicado em

Policiais militares do 12º Comando Regional apreenderam, nesta quarta-feira (4.3), trinta tabletes de substância análogas à skunk, conhecida como super maconha, durante abordagem a um ônibus de transporte no município de Vila Bela da Santíssima Trindade (522 km de Cuiabá). Na ação, uma mulher, de 33 anos, foi presa em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes do 18º Batalhão realizaram abordagem ao veículo, que fazia a linha de Vila Bela e Pontes e Lacerda, momento em que uma das passageiras passou apresentar certo nervosismo.

Diante da atitude suspeita, ela revelou possuir duas bagagens no compartimento do veículo, sendo uma mala rosa e outra preta, contendo diversos pacotes de entorpecentes.

Após desembarcar e indicar os pertences, foi realizada busca no interior das malas, momento em que as equipes localizaram 30 tabletes de super maconha, escondidos em meio a grande quantidade de pó de café.

Os policiais militares constataram ainda que havia bilhete indicando o embarque da suspeita, na última terça-feira (3.3), saindo de Cuiabá com destino a Vila Bela.

Leia Também:  Últimos dias para se inscrever na 11ª Corrida da Polícia Civil de MT em Cuiabá

A mulher foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandados contra facção envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Cuiabá e Várzea Grande

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Faccionado de alta periculosidade é preso pela Polícia Civil em Sinop

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA