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PM apreende 17 cestas básicas entregues por organização criminosa, drogas e arma de fogo

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A equipe da Polícia Militar do 4º Batalhão, apreendeu na noite desta terça-feira (26.11), 17 cestas básicas entregues por uma organização criminosa, porções de maconha e cocaína, uma pistola e 10 munições .38, no bairro Jequitibá, em Várzea Grande. Na ação, uma mulher, de 32 anos, foi presa em flagrante suspeita por associação criminosa e tráfico ilícito de drogas.

Durante patrulhamento no bairro Jequitibá, a polícia recebeu, por volta das 21hs, informações que membros de uma facção criminosa estariam comercializando drogas e distribuindo sacolões com produtos alimentícios e com material de limpeza.

Após a denúncia, as equipes se deslocaram ao local e flagraram um homem, que fugiu pulando o muro da residência. Os militares mantém buscas pelo suspeito. Na casa, os policiais encontraram a mulher, que se identificou como esposa do suspeito.

Em buscas domiciliares, os policiais encontraram uma bolsa térmica contendo um simulacro de arma de fogo do tipo pistola, 10 munições .38, meio tablete e nove porções de substância análoga à maconha, e quatro porções de cocaína. Também foram apreendidos um caderno com anotações referentes ao tráfico, uma balança digital, dois celulares, 4 cartões de crédito e R$ 100 em espécie.

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Diante dos fatos, a mulher foi detida e encaminhada à Central de Flagrantes de Várzea Grande, junto com o material apreendido para as providências cabíveis que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

* Com supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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