Duas ações policiais distintas do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizadas nesta quarta-feira (04.09), nos municípios de Cáceres e Primavera do Leste (225 e 231 km de Cuiabá, respectivamente), resultaram na prisão de duas pessoas, um homem e uma mulher, e na apreensão 57 kg de maconha e 1kg de cocaína.
Na primeira, na saída de Cáceres, as equipes abordaram um ônibus de transporte coletivo interestadual que fazia o trajeto Porto Velho-Goiânia. Durante a revista no veículo os policiais encontraram seis tabletes de substância análoga à maconha, tipo Skank, totalizando 6 kg.
Por meio de duas notas fiscais que estavam na bagagem de uma passageira foi possível identificar a pessoa suspeita de ser a “dona” da droga. Com ela também havia R$ 18,3 mil. A suspeita, a droga e o dinheiro foram levados à Delegacia Especial de Fronteira (Defron) de Cáceres.
No município de Primavera do Leste, a troca de informações entre o 14º Batalhão de Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal levou à abordagem de um veículo Renault Kwid, de cor branca e à apreensão de 52 kg de drogas ilícitas. A ação aconteceu no KM-320 da BR-070.
A droga, dividida em 41 tabletes de maconha comum, 10 invólucros de Skank e 1 de pasta base de cocaína, estava escondida em diferentes compartimentos do veículo. O condutor do veículo foi detido e levado à Delegacia de Polícia Civil de Primavera do Leste. À exemplo da primeira ocorrência, de Cáceres, o destino da droga seria Goiânia, conforme declaração do condutor aos policiais.
As duas ações fazem parte da ‘Operação Protetor das Fronteiras e Divisas’, realizada pelo Gefron, Exército Brasileiro, Agência Brasileira de Investigação (ABIN) e Polícia Federal, a PRF, a PMMT, entre outros órgãos .
A comunidade pode contribuir pelo Disque Denúncia do Gefron 08006461402 ou pelo WhatsApp e ligações (65) 99668-7655.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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