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Operações da Lei Seca prendem 32 motoristas por embriaguez ao volante

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Operações Lei Seca realizadas na noite desta sexta-feira (15.09), nas cidades de Cuiabá e Sorriso, resultaram na prisão de 32 motoristas por embriaguez ao volante.

Na Capital, a operação ocorreu na avenida Historiador Rubens de Mendonça, conhecida como avenida do CPA, no bairro Araés. Neste ponto, 22 condutores sofreram penalidades por condução de veículo sob efeito de álcool e 9 foram presos.

Ao todo, foram confeccionados 80 autos de infração, dos quais 22 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, 9 por recusa do teste de alcoolemia, 6 por dirigir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 32 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e 11 por infrações diversas.

Foram realizados ainda 204 testes de alcoolemia, atuados 67 veículos e 60 removidos.

Já em Sorriso, as abordagens ocorreram na avenida Tancredo Neves, no cruzamento com a avenida dos Imigrantes. A ação resultou na autuação de 40 motoristas que dirigiram sob influência do álcool e na prisão de 23 motoristas que dirigiam embriagados.

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Foram realizados 387 testes do etilômetro passivo e 120 bucal. Dos 390 veículos que passaram no local, 387 foram abordados e 43 removidos.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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