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Operação remove 60 veículos e flagra 30 motoristas sem CNH em VG

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A 7ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite desta quinta-feira (27.5), em Várzea Grande, terminou com 60 veículos removidos e 30 motoristas flagrados dirigindo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A fiscalização ocorreu na Avenida 31 de Março, no bairro Manga.

Ao todo, foram confeccionados 88 autos de infração e 68 veículos acabaram autuados durante a ação integrada das forças de segurança.

Segundo o balanço da operação, 37 condutores foram flagrados circulando com veículos sem registro ou não licenciados. Outros 2 motoristas foram autuados por dirigir sob efeito de álcool e um se recusou a realizar o teste do bafômetro.

As equipes realizaram 190 testes de alcoolemia e abordaram o mesmo número de veículos. Apesar das irregularidades, não houve prisões durante a operação.

Do total de veículos removidos, 59 eram motocicletas e um carro.

Participaram da ação equipes do GGI/SESP, BPMTran, Detran, Deletran, Guarda Municipal de Várzea Grande, Polícia Penal, Politec, Corpo de Bombeiros, além de agentes do sistema socioeducativo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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