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Operação Lei Seca prende mais de 22 condutores por embriaguez ao volante

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As operações Lei Seca realizadas neste fim de semana resultaram na prisão de 22 condutores por embriaguez ao volante. As abordagens foram realizadas entre sábado (20.2) e domingo (22.2) em Várzea Grande, Cáceres e Tangará da Serra.

Foram fiscalizados 390 veículos e realizados 403 testes de alcoolemia, que geraram 212 Autos de Infração de Trânsito (AIT), conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI).

Dentre as autuações de trânsito estão 41 por conduzir veículo sob efeito de álcool e 18 por recusar a passar pelo exame, além de 36 por conduzir veículo sem CNH e 35 com licenciamento irregular. Ao todo, 118 veículos foram autuados e 89 removidos.

Além dos detidos por embriaguez ao volante, uma pessoa foi presa por porte ilegal de arma, durante a operação em Várzea Grande.

No interior, a Lei Seca é desenvolvida pelo GGI, vinculado à Secretaria de Segurança Pública, em parceria com as prefeituras e com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito, Politec, Polícia Penal e Sistema Socioeducativos.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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