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Operação Lei Seca prende 48 condutores em quatro cidades de Mato Grosso

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As ações da Operação Lei Seca, realizadas neste fim de semana, resultaram na prisão de 48 condutores e na emissão de 481 Autos de Infração de Trânsito (AIT), ampliando a fiscalização e a segurança nas vias urbanas.

Do total de prisões, 42 motoristas foram detidos por embriaguez ao volante, sendo que cinco deles também não possuíam habilitação (CNH). Também foram registradas ocorrências por adulteração de sinal identificador de veículo e cumprimento de mandado de prisão em aberto.

Conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-Sesp), foram realizados 940 testes de alcoolemia, com 694 veículos abordados e fiscalizados.

Do total de 481 autos de infração de trânsito, 112 foram por condução de veículos sem registro ou não licenciado, 91 por conduzir veículos sob efeito de álcool e 52 por dirigir sem CNH.

Durante as operações, 198 veículos foram removidos ao pátio, sendo 133 carros e 65 motocicletas.

As operações foram realizadas entre os dias (20.3) e (22.3) nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Tangará da Serra e Barra do Garças.

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A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI/SESP), com participação da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Detran-MT, Politec, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, fortalecendo a atuação conjunta e a presença do Estado na segurança viária

*Sob supervisão de Wiliam Silva

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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