Operação Lei Seca que ocorreu na noite desta quinta-feira (14.03), na Avenida Carmindo de Campos, em Cuiabá, resultou na prisão de 12 pessoas e na recuperação de um Chevrolet Onix roubado.
O veículo foi abordado pela equipe de fiscalização, que, durante a ação, percebeu irregularidades na placa. Os agentes, então, descobriram que o carro havia sido roubado dias antes. O condutor foi detido e autuado em flagrante pelos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador veicular.
Já das prisões realizadas, 10 foram por crime de embriaguez ao volante, sendo que duas pessoas receberam agravante de não possuir habilitação. Houve também a prisão de um motorista por desacato, além do condutor do veículo roubado.
Ainda na operação, foram confeccionadas 90 multas de trânsito, sendo 33 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 17 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 13 por conduzir veículo sem habilitação, sete por recusa do teste de alcoolemia e 20 por infrações diversas.
No total foram fiscalizados 179 veículos, autuados 66 e removidos 52, sendo 43 carros e nove motos. Também foram submetidos ao teste de alcoolemia, 188 condutores.
A operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT).
A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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