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Operação Lei Seca em Várzea Grande resulta em sete motoristas presos e 49 veículos removidos

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A Operação Lei Seca realizada na madrugada deste domingo (21.01), na Avenida 31 de Março, em Várzea Grande, resultou na prisão de sete motoristas embriagados e na remoção de 49 veículos, sendo 37 carros e 12 motocicletas. As prisões foram realizadas de acordo com o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A ação começou à meia-noite e terminou por volta das 3h com 218 pessoas submetidas ao teste de alcoolemia. Ao todo, 212 veículos foram fiscalizados e 53 autuados.

Ainda na operação, foram confeccionados 67 Autos de Infração de Trânsito (AIT), dos quais 16 foram por condução de veículo sob efeito de álcool, dois por recusarem a fazer o teste de alcoolemia, 25 por conduzirem o veículo sem registro ou não licenciado, e 11 por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Outras 12 multas foram por infrações diversas.

Conforme o Artigo 306 do CTB, condutores que estiverem com a capacidade psicomotora afetada em razão do álcool têm como pena detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de ter permissão ou habilitação para conduzir veículo automotor.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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