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Operação Inativados cumpre sete mandados contra investigados por tráfico em Poconé

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A Delegacia da Polícia Civil de Poconé deflagrou, nesta terça-feira (03.12), a Operação Inativados para cumprir prisões preventivas e buscas contra investigados que, mesmo presos, comandavam o tráfico de drogas no município.

Foram cumpridos três mandados de prisão e quatro de buscas. Com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Regional de Cáceres foram efetuadas duas prisões e três buscas em unidades prisionais nas cidades de Várzea Grande e Cáceres.

A operação é resultado de um inquérito policial da Delegacia de Poconé para apurar os crimes de associação para o tráfico e tráfico de drogas no município pantaneiro.

A investigação apontou que, mesmo da prisão, os criminosos continuavam comandando a venda de drogas, cooptando pessoas na cidade para ‘ativá-las’ no crime e instalando bocas de fumo em Poconé.

O delegado de Poconé, Eduardo Ribeiro, destaca que a operação é uma medida para remover aparelhos celulares das celas dos investigados e, com isso, diminuir a criminalidade fora dela, ao cortar o contato dos criminosos.

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Foram presos preventivamente três investigados – um em Poconé, um em Várzea Grande e outro em Cáceres.

Os presos passarão por audiência de custódia nas respectivas comarcas e as investigações continuarão.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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