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Operação da Polícia Civil contra o tráfico prende seis pessoas em Ribeirão Cascalheira

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A Delegacia de Ribeirão Cascalheira deflagrou, nesta sexta-feira (29.11), a Operação Redoma para reprimir o tráfico doméstico de drogas na região. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, que resultaram em seis prisões em flagrante por diversos crimes.

Três suspeitos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, um foi detido por posse ilegal de arma de fogo e um ocorreu por crime ambiental. Além disso, um mandado de prisão foi cumprido contra um procurado pela Justiça.

Segundo o delegado de Ribeirão Cascalheira, Diogo Jobane, a operação é um esforço contínuo da Polícia Civil para desarticular a rede de tráfico de drogas que no município e na região circunvizinha.

“A Operação Redoma visa proteger a população de Ribeirão Cascalheira do impacto devastador do tráfico de drogas e seus crimes associados. Trabalhamos com inteligência e planejamento para alcançar resultados efetivos”, afirmou o delegado.

Entre os materiais apreendidos estão porções de entorpecentes, armas de fogo e equipamentos utilizados no manuseio de drogas. Um levantamento dos itens será encaminhado às autoridades judiciais para prosseguimento das investigações.

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A Operação Redoma empregou um efetivo de 30 policiais civis e nove viaturas e reforça o compromisso das forças de segurança com a proteção da população e a repressão ao crime organizado.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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