As forças de segurança de Mato Grosso estão nas ruas, desde as primeiras horas desta terça-feira (18.06), com oito operações policiais de cumprimento de mandados de prisões, buscas e reforço ao policiamento ostensivo, simultaneamente. As operações contam com o reforço de pelo menos 300 policiais, civis e militares, em 10 cidades mato-grossenses.
Em Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Tapurah e Cuiabá é realizada a Operação North Banks, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, para cumprimento de 20 mandados judiciais, sendo 13 de prisões e sete buscas contra furtos a agências bancárias.
Já a Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá deflagrou a Operação Fashion Scam para cumprir cinco ordens judiciais que têm como alvo um homem que se apresentava como diretor artístico para angariar valores de vítimas para supostos ensaios fotográficos e contratos publicitários internacionais. A atuação da polícia também inclui ações na cidade de São Paulo (SP).
A Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), também está com cinco operações em andamento. As ações visam fortalecer o policiamento ostensivo levado às ruas pelas unidades da Polícia Militar, com reforço de equipes das Forças Táticas, Rotam, Companhia de Moto-patrulhamento, Cavalaria, Bope, entre outras.
Em Alto Araguaia (415 km de Cuiabá), a Sesp realiza a Operação Mancha Criminal, que tem como foco a prevenção dos homicídios. Na cidade de Sorriso (a 420 km), intensificou a Operação Vitae, que já está na 15ª fase. Operação Vitae, em Sorriso
As operações também ocorrem nos municípios de Poconé (distante 104 km da Capital), Novo Mundo (a 785 km), e no distrito de Manso, em Cuiabá.
Em Poconé, onde ocorre a Operação Lustrum, o objetivo do reforço ao policiamento é a repressão às atividades de organizações criminosas no tráfico de drogas. Em Novo Mundo, as equipes policiais reforçam o trabalho da Patrulha Rural com policiamento no campo. Em Manso, a PM faz a prevenção e repressão à criminalidade.
Em Sinop, a Polícia Militar lançou a Operação Comando Itinerante, na qual 50 policiais de unidades militares do policiamento especializado trabalham com abordagens, buscas e checagens em áreas com maiores incidências criminais.
O secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Fernando Tinoco, destaca a importância dessas ações ostensivas, da presença forte das forças policiais, e agindo preventivamente ou na restauração da ordem e segurança da população.
“Vamos continuar levando reforço ao policiamento, com equipes especializadas, a todos as regiões do Estado. Hoje, com os investimentos feitos pelo Governo do Estado, além de capacitados, nossos policiais estão equipados para o enfretamento necessário à criminalidade”, analisa o coronel.
“Nossas ações e resultados têm comprovado, cotidianamente, que, assim como o governador Mauro Mendes determinou, em Mato Grosso a tolerância é zero para todas as modalidades criminosas”, completa o secretário.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.