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Oito motoristas são presos e 59 veículos removidos durante operação em Cuiabá

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Cinco motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante na operação Lei Seca, realizada simultaneamente nos dois sentidos da Avenida Fernando Corrêa, nos bairros Pocão e Areão, em Cuiabá, na madrugada deste sábado (09.12).

Além das prisões por consumo de álcool, dois condutores foram presos em flagrante por adulteração veicular (da numeração do chassi) e um por uso de documento falso. No total, 210 veículos foram fiscalizados e 221 testes de alcoolemia realizados entre as 23h45 e a 3hs.

Ao final da operação, foram somados 76 autos de infração e 59 veículos, entre carros e motocicletas, removidos.
Entre as motivações que geraram as apreensões veiculares estão os casos dos testes de alcoolemia que comprovaram o consumo de álcool, a ausência da carteira de habilitação (CNH) e de outros documentos exigidos pelo Código Trânsito, como o registro e licenciamento para circulação.

A Lei Seca é uma ação continuada do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT), órgão da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), que conta parcerias das equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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