MATO GROSSO

Obra de recuperação do Mirante em Chapada dos Guimarães começa nesta segunda-feira (09)

Publicado em

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) informa que começa, nesta segunda-feira (09.12), a obra de recuperação do Mirante em Chapada dos Guimarães – Monumento Natural Centro Geodésico da América Latina.

A medida é necessária em razão da degradação ambiental existente no local e a existência de riscos à segurança dos visitantes.

O local está interditado pela Justiça e a recuperação, além de atender os anseios da população, segue determinação de decisão judicial proferida no âmbito de Ação Civil Pública em face do Governo do Estado.

Com a obra concluída, será possível a implementação de projeto de infraestrutura que irá permitir o uso público de forma ordenada e segura.

A obra, avaliada em R$ 2 milhões, será executada por meio de recursos originários de Termos de Compromisso de Compensação Ambiental (TCCA) por significativo impacto. Ela consiste na contenção, estabilização e recuperação dos processos erosivos.

A Sema alerta que a entrada no local continua proibida devido a existência de riscos à segurança dos visitantes e à vulnerabilidade da área que está em recuperação.

Leia Também:  Trânsito no trecho da MT-251 no Portão do Inferno foi liberado às 14h nesta quinta-feira (04)

Contemplação

O Mirante é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, que permite apenas o uso indireto dos recursos naturais em atividades, como a educação ambiental, turismo e pesquisa científica. Sua recuperação é necessária devido a processos erosivos que vem se agravando por conta do excesso de chuvas e da visitação descontrolada e desordenada.

A área de 43,6 hectares é um importante corredor ecoturístico, que inclui o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, área de proteção integral sob a responsabilidade do Governo Federal, e as unidades de conservação estaduais de uso sustentável, como a Estrada Parque MT-251 e a Área de Proteção Ambiental Chapada dos Guimarães.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Trânsito no trecho da MT-251 no Portão do Inferno foi liberado às 14h nesta quinta-feira (04)

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Escola da rede estadual cria projeto de recuperação de nascentes em Nova Monte Verde

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA