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Núcleo de atendimento a vítimas de violência doméstica da Central de Flagrantes de VG passa por revitalização

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A Polícia Civil promoveu, nesta semana, a revitalização do Núcleo de Plantão Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da Central de Flagrantes de Várzea Grande.

O projeto, desenvolvido pela Coordenadoria de Enfrentamento a Mulher e Vulneráveis, tem como finalidade o atendimento mais humanizado para as mulheres e crianças vítimas de crimes sexuais e de violência doméstica e familiar.

O espaço, que já existia na unidade, foi pintado, customizado e mobiliado para recepcionar as vítimas de maneira mais confortável e fazer com que elas se sintam à vontade e acolhidas, mesmo diante da situação difícil que estão enfrentando.

Para as crianças, foi montado um pequeno espaço com brinquedos e materiais de desenho, onde elas possam ficar enquanto as suas mães estiverem em atendimento.

“O espaço acolhedor busca promover um atendimento diferenciado, reafirmando o compromisso da Polícia Civil em trabalhar em conjunto pela segurança e dignidade das vítimas, dando suporte emocional e social às mulheres que buscam auxílio”, disse o delegado Regional de Várzea Grande, Eder Clay de Santana Leal.

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A coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Mariell Antonini, destacou que a revitalização do espaço buscou melhorar a estrutura de acolhimento já existente para acolher as mulheres, vítimas de violência doméstica, e seus filhos.

“É um mecanismo para um atendimento mais humanizado, livre de revitimização e para que a vítima, que está sofrendo com violação de direitos, seja atendida em um espaço digno, em que possa buscar apoio, juntamente aos filhos menores de idade”, disse a coordenadora.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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