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MT Saúde leva informações sobre plano e realiza ações de cuidados preventivos

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Com foco na promoção à saúde e prevenção de doenças, o MT Saúde realiza, durante o mês de agosto, atendimentos por meio do Posto Itinerante. Os servidores receberão orientações de saúde e, ainda poderão fazer exames de rotina como aferição de pressão arterial, teste glicêmico, exame simples oftalmológico (tonometria) e bioimpedância (conforme disponibilidade).

Na oportunidade, a equipe do Posto Itinerante também disponibilizará alguns dos atendimentos realizados na sede do Instituto como, por exemplo, novas adesões, parcelamento de débitos, mudança de acomodação, apresentação da rede médica credenciada e sanar as principais dúvidas.

“O MT Saúde trabalha não só na oferta de serviços de saúde ao servidor, mas também proporciona a ele estas ações tão importantes, como prevenção e autocuidado, que buscamos fazer com frequência junto aos órgãos, e com o apoio dos nossos parceiros e profissionais dedicados”, afirma a presidente do MT Saúde, Misma Thalita dos Anjos.

Confira a agenda:

09/08 – Sefaz (complexo 2), das 9h às 11h30
13/08 – Sefaz (complexo 3A), das 9h às 11h30
16/08 – Secom, das 14h às 17h
20/08 – Sefaz (complexo 5A), das 9h às 11h30
22/08 – Comando Regional da Polícia Militar, das 9h às 11h30
23/08 – Detran, das 9h às 11h30
27/08 – MTI, das 9h às 11h30
30/08 – Sinfra, das 9h às 11h30

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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