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MT Gás inicia venda de gás natural para outros Estados

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A Companhia Matogrossense de Gás (MT Gás) iniciou a venda do volume excedente de gás natural importado da Bolívia para outros Estados do país. As primeiras vendas foram para a empresa Edge, de São Paulo, que já comprou 7,4 milhões de metros cúbicos, entre os meses de março e abril.

De acordo com o presidente da MT Gás, Aécio Rodrigues, a negociação marca a entrada da estatal mato-grossense no mercado de gás natural brasileiro.

“Nossa prioridade é atender o mercado veicular e industrial de Mato Grosso, mas como somos a única companhia estadual com contrato firme de importação do gás boliviano, podemos vender o volume excedente para outros Estados”, explicou Aécio.

Para o CEO da Edge, Demétrio Magalhães, o contrato com a MT Gás reforça o portifólio de soluções da empresa e o compromisso com o desenvolvimento do mercado livre de gás no Brasil.

“A Edge chegou para garantir a originação e o fornecimento com flexibilidade, segurança, sustentabilidade e eficiência. Queremos oferecer liberdade de escolha para os consumidores dentro e fora do grid, com confiabilidade de suprimento e fomentando a transição energética do país de forma pioneira”, disse Magalhães.

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Gasoduto no Distrito Industrial

O Governo de Mato Grosso está investindo R$ 38 milhões na construção do gasoduto do Distrito Industrial, em Cuiabá, que terá 38 quilômetros de extensão, interligando 118 empresas. A obra está 99% concluída e deve ser entregue nas próximas semanas. A previsão é de que as operações iniciem no segundo semestre deste ano.

O gasoduto vai permitir a redução dos custos com energia das empresas no Distrito Industrial, além de reduzir as emissões de CO2 e outros poluentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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