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Moradores de Cuiabá e Alta Floresta ganham R$ 100 mil no Nota MT

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) promoveu, nesta quinta-feira (11.12), o 91º sorteio do Programa Nota MT, referente ao mês de novembro. Foram distribuídos R$ 900 mil em prêmios a consumidores que pediram o CPF na nota fiscal em compras efetuadas no comércio do Estado. Ao todo, 1.009 pessoas foram contempladas.

Participaram do sorteio 606.726 consumidores, com a geração de 4.532.355 bilhetes. Os dois prêmios principais, no valor de R$ 100 mil cada, foram para moradores de Cuiabá e Alta Floresta. Também foram sorteados prêmios de R$ 50 mil, R$ 10 mil e R$ 500.

Entre os premiados com R$ 50 mil estão consumidores da Capital e de Pontes e Lacerda. Já os prêmios de R$ 10 mil saíram para participantes de Cuiabá, Alta Floresta e Guarantã do Norte. A premiação de R$ 500 contemplou centenas de cidadãos, incluindo um participante que foi sorteado duas vezes.

Durante a transmissão ao vivo do sorteio, o secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinícius Simioni, destacou a importância do programa para os municípios.

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“Quando o cidadão pede o CPF na nota, ele não está apenas concorrendo a prêmios: ele está contribuindo diretamente para o fortalecimento da arrecadação, para a valorização do comércio local e para que os recursos públicos retornem em forma de serviços à população”, disse.

Criado para estimular a cidadania fiscal e incentivar a emissão de notas fiscais eletrônicas, o Nota MT combate a sonegação, fortalece o comércio e garante o retorno dos recursos públicos à sociedade em forma de serviços. Além disso, instituições sociais indicadas pelos ganhadores recebem 20% do valor dos prêmios.

O sorteio foi conduzido por Vinícius Simioni com acompanhamento da equipe técnica do programa e do auditor da Controladoria Geral do Estado (CGE), Jonathas Fuji, assegurando a transparência e lisura do processo.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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