MATO GROSSO

“Menor custo, menor prazo de execução e mais segurança”, afirma governador sobre obras no Portão do Inferno

Publicado em

O governador Mauro Mendes afirmou que a solução dada nesta quinta-feira (28.03) para os desmoronamentos no trecho conhecido como Portão do Inferno, na MT 251, é a que tem “menor custo, menor prazo de execução e mais segurança”.

Mauro assinou a ordem de serviço para a empresa realizar as intervenções no local. Agora, o início das obras depende apenas de autorização do Ibama e ICMBio, por se tratar de um território sob tutela do Governo Federal.  

“A solução construída pelos profissionais de engenharia da Secretaria de Infraestrutura, junto com empresas de consultorias, depois de uma série de elementos técnicos e econômicos, apresentou as melhores alternativas. Tem o menor custo e o menor prazo de execução, além de mais segurança e menor impacto socioeconômico”, destacou. 

O Governo de Mato Grosso irá investir R$ 29,5 milhões para obras de retaludamento, que consiste na retirada do “morro” que forma o Portão do Inferno, além do recuo da estrada atual em 10 metros.

Leia Também:  Força Tática detém dupla suspeita por associação criminosa, tráfico e porte ilegal de armas

“Com o início das obras, eliminando uma parte daquele morro, vamos conseguir liberar o trânsito por completo em dois meses. E em até 120 dias vamos acabar com esse transtorno”, destacou o governador. 

O governador também anunciou uma linha de crédito dentro da Agência de Fomento Desenvolve MT para auxiliar os empresários e estabelecimentos na rota entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães. 

“Todos os bares, botecos, quiosques e restaurantes nesse caminho até Chapada terão uma linha de crédito à disposição para que não sejam prejudicados financeiramente e continuem investindo”, disse. 

Mauro ressaltou que a Sinfra encaminhou, no dia 13 de março, o projeto de engenharia e a dispensa de licenciamento ambiental para as obras ao Ibama e ICMBio.

“Ontem nós fizemos um pedido de reforço, alertando para a importância e emergência que está presente nesse caso. Pedimos para que façam a autorização imediata. Após a autorização, a empresa contratada para as obras, a Lotufo Engenharia, poderá iniciar as obras”, explicou. 

Também estiveram presentes na assinatura da ordem de serviço: o prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Fronen; os senadores Wellington Fagundes e Margareth Buzetti; as deputadas federais Coronel Fernanda e Gisela Simona; o presidente da ALMT, Eduardo Botelho; os deputados estaduais Carlos Avalone, Beto Dois A Um, Júlio Campos, Fábio Tardin e Wilson Santos; e os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil) e Marcelo Oliveira (Infraestrutura).

Leia Também:  Estudo aponta impactos na qualidade de vida, segurança e valor de imóveis nas regiões afetadas pelos trilhos

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil prende dois irmãos que furtaram cofre de supermercado em Sorriso

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  "Moro na Cohab desde o início e só agora consegui a regularização", afirma moradora ao receber escritura do Governo de MT

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA