A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) realiza, a partir desta sexta-feira (11.4), juntamente com diversos parceiros, o HackaMT – edição Pantanal, uma maratona tecnológica que reunirá equipes com objetivo de desenvolver soluções inovadoras para o setor público da saúde.
O evento começa às 18h e será realizado até domingo (13.4). Esta é a segunda edição realizada em Cáceres. Neste ano, o HackaMT ocorre na “Casa do Daveron”, onde está localizada a sede da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Cáceres (Sematur).
A programação inclui palestras, capacitações, talks e dinâmicas de interação entre os participantes. Todas as atividades buscam conectar os talentos locais e estimular o desenvolvimento de soluções para desafios reais da região.
Os 100 inscritos serão divididos em equipes formadas por programadores, designers e empreendedores que terão a oportunidade de criar negócios voltados para a Secretaria Municipal de Saúde.
A coordenadora do HackaMT, Mari Borges, afirma que a escolha do atual tema foi uma oportunidade valiosa de mobilizar a inteligência coletiva em torno de um dos maiores desafios sociais do município.
“Ao engajar jovens talentos, profissionais e especialistas na busca por soluções inovadoras, contribui-se para a melhoria dos serviços, a otimização de recursos e a humanização do atendimento à população. Além disso, é reforçado o papel da ciência, tecnologia e inovação como aliadas diretas na promoção da qualidade de vida e no fortalecimento das políticas públicas locais”, explica Mari.
A equipe que apresentar a melhor solução para os desafios propostos será declarada vencedora e terá a sua proposta financiada. A premiação será concedida através de cinco Bolsas de Desenvolvimento Tecnológico (BDT-3), durante um período de até 12 meses, totalizando R$ 91,2 mil.
O HackaMT – edição Pantanal – é uma iniciativa da Seciteci em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Prefeitura Municipal de Cáceres, Almáz Inovação, Parque Tecnológico Mato Grosso, entre outros atores do ecossistema de inovação estadual.
O HackaMT também teve edições realizadas em outras regiões do Estado, como Água Boa, Querência e Nova Mutum, entre outros. Cada edição escolhe um tema a ser abordado pelos participantes.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
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