MATO GROSSO

Mais de 790 milhões de animais foram movimentados em 2023 no Estado

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A quantidade de animais movimentados em Mato Grosso em 2023 chegou a 793 milhões, entre bovinos, aves, suínos, peixes, ovos fertilizados e outras espécies. Esses dados são do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea), órgão estadual que controla o trânsito de animais dentro e fora do Estado através da emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA).

Pelo levantamento, ao longo do ano passado, grande parte da movimentação de animais foi de galinhas, com destino a granjas comerciais para engorda e, posteriormente, abate. Nesse segmento foram movimentados 725,9 milhões de aves, liderando o ranking de animais movimentados com GTA.

Em segundo lugar, com 38,8 milhões, está a movimentação de peixes, em sua maioria alevinos, e em seguida bovinos, com 28,4 milhões.

Nos dados gerais, em 2023, Mato Grosso registrou no total 956 mil Guias de Trânsito Animal, emitidas no sistema informatizado do Indea.

Além do controle de animais entre estabelecimentos rurais e para frigoríficos, eventos agropecuários, como leilões, exposições, feiras e torneios, também demandam a emissão da GTA para os animais envolvidos. O Indea, responsável por autorizar esses eventos após a análise documental e avaliação do espaço físico, que garantam o bem-estar do animal, autorizou 988 eventos agropecuários em 2023. Nesses eventos agropecuários, a grande maioria de animais movimentados foi de bovinos, com um total de 98.548. Em seguida, com 39.274 ficou a movimentação de equídeos.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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