O livro “MT Escola de Teatro – A História”, que registra a trajetória do principal polo de formação tecnológica superior em artes cênicas do Estado, será lançado na próxima terça-feira (10.3), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá.
De autoria da gestora cultural Flávia Caroline Taques Ferreira, a obra documenta a estruturação e o desenvolvimento da Escola, fruto da colaboração entre a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), a ADAAP/SP Escola de Teatro e a Associação Cultural Cena Onze.
Mais do que um relato cronológico, a obra aprofunda-se na pedagogia aplicada pela escola, destacando a fusão entre tradição e inovação, detalhando como o projeto se tornou uma referência ao unir arte, pedagogia e gestão cultural.
‘O teatro atua como uma ferramenta potente de formação humana, ultrapassando a técnica artística para tocar na construção de comunidades e na cidadania. Esse é um registro fundamental para a memória cultural de Mato Grosso”, enfatiza Flávia.
A MT Escola de Teatro completa 10 anos de atividade em 2026, consolidando-se como referência no ensino das artes e na qualificação profissional em Mato Grosso.
Ao longo de uma década, a Escola foi responsável pela formação de 191 profissionais em nível superior, distribuídos em seis turmas concluídas. Atualmente, a instituição mantém a sua vitalidade acadêmica com a 7ª turma em andamento, capacitando cerca de 56 novos futuros profissionais.
Além dos cursos superiores de formação tecnológica, a instituição desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à cultura e na formação rápida através de suas ações de extensão para o público em geral. Nestes 10 anos, foram ofertados 124 cursos de extensão, certificando 3.142 alunos.
Com estrutura pedagógica abrangente, a formação gratuita é focada em toda a cadeia produtiva do teatro. As ênfases de formação superior oferecidas contemplam: Atuação (20 vagas regulares); Cenário e Figurino (6 vagas); Direção (6 vagas); Dramaturgia (6 vagas); Iluminação (6 vagas); Sonoplastia (6 vagas) e Produção Cultural (6 vagas).
Serviço Lançamento do livro “MT Escola de Teatro – A História” Quando: terça-feira (10.3), às 19h Local: Cine Teatro Cuiabá
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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