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Laboratório para projetos científicos com base na Cultura Maker é desenvolvido com o apoio da Fapemat

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Um laboratório destinado à criação de projetos científicos, embasados na Cultura Maker – uma extensão do “Do It Yourself” (faça você mesmo) -, o FabFis Lab foi desenvolvido com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), por meio do edital Extensão Tecnológica: Conhecimento a Serviço da Sociedade.

O espaço fica no Instituto de Física da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), permitindo que os estudantes do curso de licenciatura testem protótipos desenvolvidos para o ensino médio da rede estadual, como experimentos de ondas, lançamento oblíquo e conservação de momento. O trabalho faz parte dos estágios supervisionados nas escolas públicas do estado.

A Cultura Maker trabalha com o conceito de que qualquer pessoa pode desenvolver projetos científicos. A ideia é aproveitar tecnologias como a impressão 3D, eletrônica e programação para criar produtos com soluções reais para problemas que afetam a vida das pessoas. A partir dessas ações, podem surgir empreendimentos, como as já conhecidas startups.

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O objetivo é estabelecer uma estrutura permanente do Laboratório de Fabricação no Instituto de Física da UFMT, com potencial para expansão e captação de recursos do setor privado, construindo uma rede colaborativa para o desenvolvimento de soluções e novas tecnologias, ampliando parcerias com a comunidade de inovação.

O coordenador do projeto, professor Marcio Fernando Cornelio, enfatizou que, esse conceito que se destaca como catalisador desses elementos, vai além do “faça você mesmo”, promovendo a ideia de “faça com os outros”, estabelecendo redes colaborativas de experiências científicas.

Também participaram deste projeto os professores Marcelo Marchiori e João Marquês. De acordo com João Marquês, o projeto é uma prova concreta de como a educação pode ser transformada por meio da colaboração, dedicação e criatividade, e seus resultados já estão fazendo a diferença nas salas de aula e laboratórios de todo o estado, permitido o desenvolvimento de iniciativas inovadoras.

“Essa estrutura é a base para a realização de oficinas, a criação de projetos e a disseminação da cultura maker, estendendo toda rede pública de ensino do estado, atendendo a mais de 20 mil alunos, impactando positivamente, por meio da capacitação de professores e da promoção de práticas pedagógicas inovadoras”, concluiu.

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Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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