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Jovem é preso em flagrante pela Polícia Civil por tentativa de homicídio e tráfico

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Investigadores da Delegacia de Juína prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (21.06), um suspeito de uma tentativa de homicídio e apreenderam a motocicleta utilizada no crime. Com o jovem de 18 anos, os policiais civis também flagraram diversas porções de entorpecentes

Desde o registro da tentativa de homicídio, ocorrida na quarta-feira, a equipe de investigação estava em diligências para prender os suspeitos do crime, identificados como dois jovens que têm possíveis ligações com uma organização criminosa.

Na quinta-feira, os policiais apuraram que o local onde o suspeito de 18 anos escondeu a motocicleta Honda XLR vermelha utilizada durante o crime. O veículo foi encontrado em uma casa de madeira no bairro Padre Duílio.

Na continuidade das diligências investigativas, na sexta-feira, a equipe policial localizou a residência onde o suspeito estava se escondendo e, diante de indícios de quem ele também tem envolvimento com o tráfico de drogas, foi realizada a abordagem. Ele ainda tentou correr, mas foi contido.

Em entrevista, o suspeito admitiu que pilotou a motocicleta e que outra pessoa fez os disparos contra a vítima de 43 anos. Questionado sobre o motivo do homicídio, ele disse que a vítima estaria vendendo entorpecente sem autorização de uma facção criminosa.

Na residência do suspeito foram apreendidas porções de maconha, cocaína e pasta base, prontas para a venda e, dentro de uma lixeira, estavam as roupas usadas por ele no dia do homicídio.

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O suspeito e os materiais e o veículo foram encaminhados à Delegacia de Juína. O jovem foi autuado e preso em flagrante pelos crimes de homicídio tentado e tráfico de drogas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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