Formado por 14 municípios da região oeste de Mato Grosso — Araputanga, Cáceres, Curvelândia, Figueirópolis D’Oeste, Glória D’Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do C éu e São José dos Quatro Marcos — o consórcio tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento integrado da região.
Crescimento do Consórcio
Jadilson destacou o progresso significativo alcançado nos últimos dois anos. “No início, nossa prioridade foi recuperar maquinários e caminhões, essenciais para atender os municípios. Trabalhamos para articular recursos junto ao governador Mauro Mendes, além de contar com o apoio de deputados e senadores”, explicou.
Ele ressaltou ainda que o consórcio cresceu muito nesse período, graças ao esforço conjunto dos gestores municipais. “Todos os prefeitos têm colaborado de forma efetiva, o que nos permitiu conquistar muitas coisas importantes para a região”, afirmou.
Potencial Turístico e Projetos
Durante a entrevista, Jadilson chamou atenção para o imenso potencial turístico da região. “Somos privilegiados por ter cerca de 50 lindas cachoeiras, além de uma natureza exuberante que atrai turistas e pode ser melhor explorada. Precisamos investir ainda mais no turismo como fonte de desenvolvimento sustentável”, comentou.
Caso seja reeleito como presidente do consórcio, Jadilson pretende ampliar os projetos existentes e buscar novos recursos para fortalecer a infraestrutura e o turismo na região.
O Apoio da Gestão Conjunta
Segundo ele, o sucesso do consórcio deve-se, em grande parte, à união e ao comprometimento dos gestores dos 14 municípios participantes. “Essa colaboração é o que nos torna mais fortes. Juntos, conseguimos superar desafios e buscar melhorias que beneficiem toda a nossa população”, finalizou.
Confira a entrevista completa e conheça os planos futuros de Jadilson Alves de Souza para o Consórcio Nascentes do Pantanal.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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