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IML busca familiares de homens encontrados mortos em Feliz Natal

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O Instituto Médico Legal busca por identificação de dois corpos encontrados em avançado estado de decomposição no município de Feliz Natal (distante 514 km de Cuiabá), que estão sob custódia da Gerência de Antropologia Forense do IML da Capital.

O primeiro caso envolve um homem que foi encontrado morto às margens da MT-225, no município de Feliz Natal, no dia 29 de julho. Junto aos restos mortais foram encontradas com as seguintes vestes: bermuda preta com detalhes em cinza e azul, camiseta do São Paulo Futebol Clube estampado o número 10 nas costas e cueca preta. Como não há suspeita de sua identidade, o IML procura por familiares que possam auxiliar o órgão na identificação do cadáver.

A segunda vítima se trata de um homem encontrado em estado avançado de decomposição no dia 5 de agosto, em uma região conhecida como “Jardelino”, também no município de Feliz Natal. Ele vestia uma cueca da marca “somellos”, uma bermuda jeans da marca Adenix, tamanho 42, e um par de chinelos Havaianas, tamanho 39/40, com estampa do Santos Futebol Clube. Esta vítima também possui duas tatuagens, uma sendo no braço com a palavra “Fé” e a outra nas costas com a logo da marca “bad boy”.

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O comparecimento de familiares é necessário para os procedimentos de reconhecimento e liberação de ambos os cadáveres da unidade.

Mais informações podem ser obtidas nos telefones (65) 3613 – 1201, (65) 3613 – 1200 ou (65) 99983-9294.

O IML está localizado no endereço rua A1, Dom Bosco, Cuiabá-MT, CEP: 78050-410.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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