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Hospital Regional de Cáceres promove curso de suporte avançado em cardiologia

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O Hospital Regional de Cáceres, unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), promove um curso de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia para 40 profissionais que atuam na unidade. O treinamento teve início no sábado (23.11) e é fundamental para o manejo de emergências cardiovasculares.

Participam da capacitação 28 médicos e 12 enfermeiros, que revezam entre turmas durante o treinamento. O curso seguirá por cerca de duas semanas.

O diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Nogueira, destaca que capacitações contínuas são essenciais para garantir um atendimento eficiente para a população.

“O curso Suporte Avançado de Vida em Cardiologia, também conhecido pela sigla ACLS (Advenced Cardiovascular Life Support), é uma capacitação para profissionais de saúde que atendem pacientes vítimas de emergências cardiovasculares ou parada cardiorrespiratória. O objetivo é melhorar a qualidade do atendimento, tendo em vista que a parada cardiorrespiratória é uma das principais causas de morte no mundo”, avaliou.

Já a diretora clínica do Hospital Regional, a médica Priscila Parreira, participa do treinamento e avalia positivamente a capacitação.

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“Esse curso veio para aprimorar e somar na assistência aos cidadãos que buscam o Hospital Regional de Cáceres, fazendo assim a manutenção do serviço de qualidade que ofertamos. O treinamento com a ACLS é uma forma de melhorar a capacidade técnica das equipes assistenciais do hospital, visando principalmente melhorar a qualidade na assistência ao doente”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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