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Homem suspeito de abusar de neta de 8 anos é preso pela Polícia Civil em Sinop

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Um homem de 70 anos suspeito de abusar sexualmente da neta não biológica, de apenas 8 anos de idade, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (20.02), após investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Sinop. Com base nos elementos apurados pela Polícia Civil, o suspeito teve a ordem de prisão decretada pela Justiça pelo crime de estupro de vulnerável.

As investigações iniciaram na semana passada, quando a mãe da menor compareceu à delegacia para comunicar o abuso sofrido pela vítima. Segundo informações, a mãe e o padrasto da menor saíram de casa para trabalhar e deixaram a menina sob os cuidados do suspeito. Enquanto a menor assistia televisão, o suspeito pegou a mão da menor e colocou nas partes íntimas dele, assim como também passou a mão na região genital da criança.

A menor foi ouvida em escuta especializada na delegacia e relatou de maneira detalhada os abusos, relatando que na ocasião, o suspeito repetiu o ato por diversas vezes, inclusive indo até a porta observar se não havia ninguém chegando. Para fazer com que o suspeito parasse, a menor passou a dizer que estava com fome, para que ele fosse preparar algo para ela comer e saísse de perto dela.

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Diante das evidências, a delegada da DEDMCI de Sinop, Renata Evangelista, representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça e cumprida, nesta quinta-feira (20), pelos policiais da especializada.

Após ser localizado, o suspeito, que estava escondido desde a data dos fatos, foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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