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Homem que matou mulher no Rio Grande do Norte há 18 anos é preso pela Polícia Civil no interior de MT

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Um homem que matou uma mulher e estava foragido da Justiça do Rio Grande do Norte há mais de 18 anos foi capturado pela Polícia Civil de Mato grosso, na manhã desta quarta-feira (12.2), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres.

O suspeito estava com mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio ocorrido na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, no ano de 2006 e estava vivendo normalmente em Mato Grosso, utilizando documentos falsos.

O mandado de prisão contra o foragido foi cumprido na cidade de Conquista d’Oeste, após trocas de informações entre a Delegacia Regional e Delegacia da Mulher de Cáceres com a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró.

Durante os levantamentos para apurar o paradeiro do foragido, foi possível obter informações que o homicida estava morando em uma cidade de Mato Grosso e utilizando uma nova identidade.

Com base nas informações passadas, foram realizadas diversas diligências e com o apoio da Gerência de Identificação de Cáceres sendo possível chegar a identificação atual do foragido, que estaria residindo na cidade de Conquista d’Oeste.

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Diante das evidências coletadas, os investigadores da Delegacia da Mulher de Cáceres foram até o município, onde o procurado foi localizado e teve o mandado de prisão cumprido.

No momento da prisão, foi confirmado que a documentação utilizada pelo foragido era falsa. O preso foi encaminhado para a Delegacia de Pontes e Lacerda, onde além de serem tomadas as providências para cumprimento da ordem judicial, ele foi autuado em flagrante por uso de documento falso.

Entenda o caso

No dia 27 de junho de 2006, o suspeito foi até a residência da vítima, procurando por seu esposo, acreditando que o desafeto tinha um relacionamento amoroso com sua companheira na época.

Na ocasião, ele foi atendido pelo filho e pela esposa do homem a quem procurava e durante a discussão, acabou se alterando, sacou um revólver e efetuou diversos disparos de arma de fogo.

Quatro disparos atingiram o filho e um disparo atingiu a esposa do verdadeiro alvo. A vítima, Lenilda Freire Godeiro, foi atingida no tórax após entrar na frente do filho, tentando protegê-lo. O filho foi socorrido e sobreviveu, porém a vítima foi a óbito no momento do crime.

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Após o crime, o homicida se evadiu. O acusado teve o mandado de prisão expedido pelo juízo da Primeira Vara Criminal de Mossoró por homicídio qualificado consumado e homicídio tentado qualificado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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