MATO GROSSO

Homem é preso por violência doméstica e desacato contra policiais militares

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Policiais militares do 5º Batalhão prenderam, na manhã desta terça-feira (6.1), um homem, de 50 anos, suspeito de agredir a esposa, de 52, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). A vítima, que apresentava diversas lesões, alegou que o marido a agrediu com socos, jogou terra em seu rosto e a ameaçou de morte. O denunciado possuí diversas passagens criminais.

Por volta das 8 horas, os policiais militares foram acionados para se deslocarem até uma residência, no bairro Setor Residencial Boa Vista, para atenderem a uma ocorrência de violência doméstica. No local, as equipes se depararam com a vítima saindo de um terreno baldio, coberta por mato, pois estava escondida do suspeito.

A mulher estava visivelmente abalada e com diversas lesões pelo corpo. Ela relatou que o marido estava na residência do casal. O homem foi identificado e localizado em seguida. Durante abordagem, ele portava um cartão no nome da esposa e alegou que não devolveria.

À PM, a vítima ressaltou que foi agredida com socos. Além disso, ela foi arremessada ao chão, e o marido passou a jogar terra e areia sobre o seu rosto, proferindo ameaças de morte.

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Ao ser conduzido à viatura, o homem passou a desacatar os policiais militares, proferindo ameaças de morte. Durante o trajeto até a delegacia, chegou a bater a cabeça contra a grade do camburão.

Os policiais militares constataram que o suspeito possui diversas passagens criminais, tais como, lesão corporal, violação de domicílio, ameaça, dano e furto. O homem foi entregue à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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