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Homem é preso por violência doméstica e desacato contra policiais militares

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Policiais militares do 5º Batalhão prenderam, na manhã desta terça-feira (6.1), um homem, de 50 anos, suspeito de agredir a esposa, de 52, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). A vítima, que apresentava diversas lesões, alegou que o marido a agrediu com socos, jogou terra em seu rosto e a ameaçou de morte. O denunciado possuí diversas passagens criminais.

Por volta das 8 horas, os policiais militares foram acionados para se deslocarem até uma residência, no bairro Setor Residencial Boa Vista, para atenderem a uma ocorrência de violência doméstica. No local, as equipes se depararam com a vítima saindo de um terreno baldio, coberta por mato, pois estava escondida do suspeito.

A mulher estava visivelmente abalada e com diversas lesões pelo corpo. Ela relatou que o marido estava na residência do casal. O homem foi identificado e localizado em seguida. Durante abordagem, ele portava um cartão no nome da esposa e alegou que não devolveria.

À PM, a vítima ressaltou que foi agredida com socos. Além disso, ela foi arremessada ao chão, e o marido passou a jogar terra e areia sobre o seu rosto, proferindo ameaças de morte.

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Ao ser conduzido à viatura, o homem passou a desacatar os policiais militares, proferindo ameaças de morte. Durante o trajeto até a delegacia, chegou a bater a cabeça contra a grade do camburão.

Os policiais militares constataram que o suspeito possui diversas passagens criminais, tais como, lesão corporal, violação de domicílio, ameaça, dano e furto. O homem foi entregue à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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