O Governo de Mato Grosso já asfaltou 6.189 quilômetros de rodovias em todo o Estado. Esse número inclui o asfalto executado em rodovias estaduais e também aqueles que foram executados em estradas vicinais, por meio de convênios com prefeituras e associações.
O número supera a meta estabelecida pela atual gestão e representa um recorde para Mato Grosso. A previsão é que até o fim de 2026, o Estado terá feito em oito anos mais asfalto do que havia sido feito em todas as gestões anteriores.
O secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, afirma que a Sinfra-MT trabalha com o desafio de acompanhar o desenvolvimento de Mato Grosso, mas também ajuda a proporcionar novas oportunidades.
“Toda vez que nós asfaltamos uma estrada, nós possibilitamos o desenvolvimento daquela região, com a chegada da agricultura”, explica. A produção de grãos em Mato Grosso quase dobrou desde 2018, acompanhando também a melhoria na infraestrutura das estradas.
As obras realizadas pelo Governo estão espalhadas em todas as regiões de Mato Grosso. São obras estruturantes, como o asfalto para a MT-140 e MT-130, que criam novos corredores de transporte entre as regiões norte e sul, ou a MT-242, que liga o leste até o oeste.
Mas também são obras que tiram municípios do isolamento, como a MT-129 em Gaúcha do Norte, ou a MT-206 em Apiacás, que garantiram que essas cidades passassem a ter um acesso por via asfaltada e se conectassem com o restante da malha rodoviária estadual.
“A população sempre será a maior beneficiada por uma estrada asfaltada. O asfalto vai ajudar no transporte escolar, no atendimento de emergências, na prestação de serviços de saúde e no deslocamento diário dos cidadãos”, afirma o secretário Marcelo Oliveira.
O governo realizou obras para asfaltar rodovias nas maiores cidades, como a MT-402 que liga Cuiabá até o Coxipó do Ouro, mas também nas menores cidades, como a MT-100, que liga Araguainha até Alto Araguaia e Barra dos Garças.
Asfalto Recuperado
O Governo de Mato Grosso também recuperou 3.732 km de rodovias desde 2019. O trabalho de recuperação é fundamental para garantir a segurança dos motoristas, principalmente no caso de rodovias mais antigas ou que sofrem com o desgaste provocado pelo trânsito de veículos pesados.
O Governo de Mato Grosso participa da WTM Latin America 2026, realizada de 14 a 16 de abril, em São Paulo (SP), com foco em negócios e na expansão do mercado internacional. O Estado vai ao evento com uma missão empresarial formada por 10 empresários do setor turístico, em parceria com o Sebrae, além da articulação institucional liderada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). O foco é promover o destino e fechar negócios por meio de rodadas com operadores, agentes de viagem e compradores internacionais.
No estande do evento, a estratégia é vender experiências completas, integrando Pantanal, Cerrado, Amazônia e as praias do Araguaia à cultura, ao artesanato da viola de Cocho de Mestre Alcides à gastronomia local, por meio da culinária pantaneira do chef Marcelo Cotrim. A participação empresarial reforça essa abordagem, conectando diretamente quem vende o destino com quem compra.
A secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda, afirma que a presença na WTM vai além da divulgação e se traduz em resultados diretos para o Estado.
“É uma feira voltada para operadores, onde realmente os negócios acontecem. O crescimento no número de turistas é reflexo de um trabalho que vem sendo construído nestas feiras. Estamos aqui com empresários, apresentando nossa cultura, gastronomia e potencial turístico. É fundamental manter essa presença e potencializar a divulgação”, disse.
No ano passado, o Estado recebeu 1,2 milhão de turistas, alta de 18% em relação ao ano anterior. Desse total, 32 mil foram estrangeiros, crescimento de 17,7%. O avanço acompanha o cenário nacional, já que o Brasil bateu recorde histórico, com cerca de 9,3 milhões de turistas internacionais, segundo a Embratur.
O impacto da promoção do Governo do Estado nas feiras já é percebido pelo setor. O empresário Iziel Pereira da Silva, que atua há mais de 20 anos no turismo, em Chapada dos Guimarães, relata crescimento contínuo da demanda internacional.
“Cada ano esse movimento aumenta. O turista vem pelo Pantanal, especialmente pela observação da onça-pintada, e acaba incluindo outros destinos como Chapada e Nobres. A feira faz muita diferença porque reúne quem vende e quem compra turismo”, afirmou.
Segundo ele, na propriedade dele, a maior concentração de estrangeiros ocorre entre junho e outubro, período de seca no Pantanal, quando a observação de fauna ganha força. Já no início do ano, o fluxo é impulsionado pela pesca esportiva e pelo turismo regional.
A WTM é uma das mais importantes feiras de turismo no Brasil. A edição anterior reuniu quase 30 mil visitantes e mais de 800 marcas expositoras. Neste ano, o evento amplia a participação internacional, com presença forte de países europeus e mercados estratégicos da América Latina, ampliando as oportunidades de negócios.
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