MATO GROSSO

Governo de MT reforça efetivo das forças de segurança para combater facções criminosas em Cáceres

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O Governo de Mato Grosso já reforçou o efetivo das forças de segurança em Cáceres nesta terça-feira (20.1). Policiais civis e militares estão no município em uma força-tarefa que integra a Operação Força Total para combater as facções criminosas no município.

A medida se dá após a divulgação de uma informação falsa sobre um suposto toque de recolher imposto por faccionados, que estava gerando medo entre os moradores no município. Um casal responsável por divulgar o comentário foi identificado e vai responder pelo crime de apologia de crime.

“Determinamos o reforço do efetivo em Cáceres porque não toleramos qualquer tentativa de intimidação por parte de facções criminosas. As forças de segurança estão atuando de forma integrada para garantir resposta rápida à população, combater a criminalidade e restabelecer a ordem no município”, afirmou o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri.

As novas equipes vão atuar no policiamento preventivo e ostensivo, bem como em ações de inteligência e investigação de homicídios e outros crimes relacionados a faccionados.

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A Operação Força Total é formada por policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Companhia Raio de Motopatrulhamento e Regimento Montado (Cavalaria), além das equipes de Inteligência e de investigações qualificadas da Polícia Civil.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Fernando Tinoco, e a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, estiveram em Cáceres por determinação do governador Mauro Mendes nesta terça-feira.

“Em Cáceres, a questão da criminalidade não é uma deficiência no número de policiais. Já estávamos dando prosseguimento às operações que realizamos durante 2025, com Bope, Rotam e outras unidades especializadas. São operações que agora estão sendo reforçadas por mais equipes e que, no mínimo, vai se estender por mais 90 dias, para que possamos dar resposta à população”, apontou o comandante da PM.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, destacou que os policiais de inteligência designados para Cáceres vão intensificar as investigações qualificadas, ou seja, focar em diferentes técnicas e estratégias para a produção de provas criminais.

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“A presença desses policiais reforçará as ações da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, unidade que se mantém ativa no município, com diversas operações e investigações em andamento”, disse.

Balanço

Em 2025, o 6º Comando Regional da Polícia Militar realizou, em Cáceres, 116 operações que resultaram em 176 prisões de faccionados e na apreensão de 132 armas.

A Polícia Civil realizou 55 operações na região de Cáceres em 2025, sendo que 24 delas foram voltadas especificamente contra facções criminosas, com 78 prisões de faccionados, além da apreensão em flagrante de 75 menores por ato infracional.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil investiga ataques e perseguição a pároco e líder religioso em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta quarta-feira (3.6), a Operação Veritas, para cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar no âmbito da investigação que apura a suposta prática dos crimes de calúnia, difamação, injúria e perseguição contra um líder religioso.

As investigações sobre os ataques e atos de perseguição contra um pároco e líder religioso em Barra do Garças são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia do município. Os elementos reunidos durante a apuração subsidiaram a decisão judicial que resultou no cumprimento de uma ordem na cidade de Cuiabá.

Investigação

As diligências iniciaram após o registro de representação criminal relatando a continuidade de publicações e comunicações direcionadas a membros da instituição religiosa sediada em Barra do Garças, mesmo após procedimentos anteriores relacionados aos fatos terem sido formalmente encerrados.

Durante a apuração foi constatada a possível utilização de aplicativos de mensagens, redes sociais, listas de transmissão, e-mails e outros meios digitais para a divulgação reiterada de conteúdos considerados ofensivos e acusatórios contra integrantes da instituição religiosa.

A Polícia Civil ouviu vítimas e testemunhas, além de reunir documentos, registros digitais, capturas de tela, publicações em redes sociais e outros elementos de informação considerados relevantes para a apuração dos fatos. Também foram produzidos relatórios técnicos voltados à preservação das evidências digitais já identificadas no procedimento.

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Conforme o delegado responsável pelas investigações, Adriano Marcos Alencar, os indícios apontavam para a existência de uma atuação reiterada por meio de diferentes canais de comunicação digital, circunstância que motivou o pedido de medidas cautelares para preservação de provas e interrupção das supostas condutas investigadas.

“Entre os fatores avaliados estavam o risco de exclusão de conteúdos, apagamento de mensagens e eventual perda de informações armazenadas em dispositivos eletrônicos. Ao analisar o pedido, o Judiciário reconheceu a existência de elementos suficientes para autorizar a realização da busca e apreensão, destacando a necessidade de preservação de possíveis provas digitais relacionadas aos fatos investigados. A decisão judicial também ressaltou a possibilidade de que dispositivos eletrônicos pudessem conter registros relevantes para a elucidação do caso”, destacou o delegado.

Mandado cumprido

Durante o cumprimento do mandado, os policiais civis apreenderam aparelhos celulares, notebooks, computadores, tablets, mídias digitais, documentos, anotações e outros materiais diretamente relacionados à investigação.

Também foi autorizada a extração, preservação e análise pericial dos dados armazenados nos equipamentos eventualmente apreendidos, incluindo a recuperação técnica de arquivos apagados, observados os limites definidos judicialmente.

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Além da busca e apreensão, o Poder Judiciário decretou medidas cautelares diversas da prisão, determinando ao investigado a proibição de manter contato direto ou indireto com as vítimas, a obrigação de manter distância mínima de 200 metros delas e a vedação de publicar, compartilhar ou impulsionar conteúdos potencialmente ofensivos relacionados aos fatos apurados na investigação.

Continuidade

Todo material apreendido na operação será encaminhado para análise técnica e pericial, etapa que deverá auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de eventuais responsabilidades criminais.

A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Barra do Garças, segue com as diligências para o completo esclarecimento dos fatos e posterior encaminhamento do procedimento às autoridades competentes para as providências legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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