MATO GROSSO

Governo de MT entrega máquinas e caminhões para prefeituras e associações

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O Governo de Mato Grosso entrega nesta segunda-feira (02.10), às 16h, na Praça das Bandeiras, em Cuiabá, 51 máquinas e equipamentos para prefeituras e associações, em um investimento de R$ 30,9 milhões. Ao todo, 43 municípios serão contemplados.

O montante envolve recursos do Estado e emendas do senador Jayme Campos (União Brasil), por meio de três convênios federais, firmados com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

São dois convênios com a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco): o primeiro, de R$ 10,3 milhões, tem R$ 10,1 milhões de emendas do senador Jayme Campos, sendo o restante contrapartida estadual. O montante possibilitou a compra de 13 caminhões truck e três caminhões pipas. Já o segundo convênio, de R$ 3,8 milhões, garantiu a compra de 9 retroescavadeiras e contou com R$ 3,1 milhões em emendas do senador e R$ 691,5 mil de contrapartida estadual.

O terceiro convênio foi firmado com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no valor de R$ 16,7 milhões. Do montante, R$ 15,5 milhões foram emendas do senador Jayme Campos e R$ 1,2 milhão foi contrapartida do Estado. Com eles foram comprados 22 caminhões truck e 4 caminhões-pipa.

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Os municípios beneficiados são: Guiratinga, Carlinda, Nova Nazaré, Peixoto de Azevedo, Nova Brasilândia, Paranatinga, Santo Afonso, Várzea Grande, Colniza, Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Lacerda, São Félix do Araguaia, Poconé, Vila Bela da Santíssima Trindade, Jaciara, Marcelândia, Nova Santa Helena, Canabrava do Norte, Rio Branco, Pontal do Araguaia, Cocalinho, Ipiranga do Norte, Campos de Júlio, Jauru, Pedra Preta, Planalto da Serra, Tesouro, Sorriso, Diamantino, Salto do Céu, Barra do Bugres, Nobres, Colíder, Juscimeira, São José do Povo, Santo Antônio do Leste, Alta Floresta, Curvelândia, Luciara, Nova Maringá, Jangada e Nova Xavantina.

Serviço
Entrega de máquinas e equipamentos para prefeituras e associações

Data: Segunda-feira (02.10)
Horário: 16 horas
Local: Praça das Bandeiras, Centro Político Administrativo – Cuiabá, MT

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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