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Governo de MT destina mais de R$ 6 milhões para fortalecer agricultura familiar em Cuiabá e região

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O Governo de Mato Grosso autorizou, nesta sexta-feira (20.3), investimentos de R$ 6,3 milhões para fortalecer a agricultura familiar em Cuiabá e região. Do total, R$ 6,2 milhões são para a doação de máquinas e implementos agrícolas, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf-MT). A ação está prevista na Lei nº 13.192/2025, que criou o Programa Estadual de Doação Permanente de Insumos e Maquinários, com foco direto no atendimento ao pequeno produtor.

Além disso, há o Termo de Cessão de um trator da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer-MT), no valor de R$ 136 mil, reforçando o atendimento no campo. O investimento faz parte do maior pacote já lançado para a Capital, que soma R$ 663,3 milhões em diferentes áreas.

Entre os equipamentos entregues estão escavadeiras hidráulicas, pás carregadeiras, caminhões caçamba, carretas agrícolas, trator, ordenhadeira mecânica, plantadeira de mandioca, perfuradores de solo, resfriadores de leite e roçadeiras.

O governador Mauro Mendes destacou que a agricultura familiar tem papel fundamental no abastecimento e na economia. “Nasci na agricultura familiar e sei o quanto essa atividade é essencial para levar alimento à mesa da população e gerar renda. Nosso compromisso é garantir condições para que essas famílias continuem produzindo, com mais eficiência e qualidade

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O vice-governador Otaviano Pivetta reforçou que o foco é apoiar quem realmente produz e precisa de apoio. “Esse programa foi pensado para chegar direto no pequeno produtor. É investimento com planejamento, com regra clara e com objetivo de aumentar a produção e melhorar a vida de quem está no campo”, disse.

A secretária de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, salientou que os investimentos vão melhorar a produção no campo. “Com a chegada das novas máquinas, a tendência é ampliar a capacidade produtiva das comunidades rurais da capital, reduzir custos para os produtores e incentivar a permanência das famílias no campo”, afirmou.

O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, também ressaltou a parceria com o Governo do Estado. “Para nós a missão é muito pesada, mas ela fica mais leve quando a gente sabe que pode contar com o Governo do Estado”, disse.

Os investimentos do Estado são estratégicos com finalidade de fortalecer a produção rural, inclusive em áreas urbanas, reconhecendo a importância do pequeno produtor para o desenvolvimento sustentável. Com os novos investimentos, o Governo amplia o apoio à agricultura familiar, levando mais estrutura, tecnologia e oportunidade aos produtores de pequena escala.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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