O governador Mauro Mendes determinou que a Defesa Civil do Estado preste o auxílio necessário aos municípios atingidos por enchentes e alagamentos, em decorrência das fortes chuvas desta terça-feira (14.1).
“Estamos atentos e ajudando os municípios nesse momento. Nossas equipes de Segurança e também da parte social estão de prontidão para auxiliar em tudo o que for necessário para que as famílias tenham amparo e possam se reerguer diante dessas enchentes”, afirmou o governador.
Ainda nas primeiras horas desta terça-feira, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender ocorrências e auxiliar a população de Rio Branco e Salto do Céu, que registraram alagamentos.
Equipes da Defesa Civil se deslocaram aos municípios para fazer o levantamento de danos e mapeamento das áreas de risco, além de monitorar a situação pela sala de controle.
Cuiabá
Em Cuiabá, desde segunda-feira (13) a Defesa Civil do Estado tem auxiliado o município para a decretação da situação de emergência em razão das chuvas.
Já na manhã desta terça-feira (14), equipes do Estado iniciaram o levantamento de danos, em apoio ao município, com avaliação das estruturas dos imóveis afetados no Bairro São Mateus. O local, que fica à beira do Córrego do Gambá, foi o mais afetado pela enchente.
O Governo monitora também a barragem da Usina Uisa, em razão das fortes chuvas na região do município de Nova Olímpia.
Pela manhã, militares do Corpo de Bombeiros e funcionários da usina estiveram empenhados em fazer aberturas no barramento da represa para a redução do nível de água.
As Prefeituras de Nova Olímpia e de Barra do Bugres foram orientadas a alertar a população do entorno.
Lucas do Rio Verde
O Estado monitora ainda o Rio Verde, no município de Lucas do Rio Verde, que está com 7,92 metros de profundidade nesta terça-feira, o que é considerado “alto”, acima da cota, que é de 2,9 metros, conforme dados da Agência Nacional de Águas. Apesar do nível alto do rio, ainda não há registros de inundações no município.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.
O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.
As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.
Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.
Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.
Nome da operação
O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.
Operação Pharus
A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
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