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Gefron e PRF apreendem 660 quilos de entorpecentes e recuperam caminhonete furtada

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron), juntamente com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu 660 quilos de entorpecentes entre maconha e Skunk, também conhecida como supermaconha, nesta segunda-feira (04.11), em Rondonópolis (a 216 km de Cuiabá). A droga está avaliada em R$ 1,9 milhão.

Ainda na ação, um homem foi preso, e um veículo furtado recuperado.

A droga estava em uma caminhonete Toyota Hilux, de cor branca, que trafegava com sentido a Cuiabá. Após troca de informações entre as instituições de segurança, no âmbito da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, os policiais realizaram a abordagem ao veículo.

Na vistoria, foram encontrados 649 tabletes de maconha e Skank, pesando cerca de 660 quilos, e 50 munições calibre 32. Ainda na verificação, os policiais identificaram que a caminhonete havia sido roubada no dia 28 de setembro. Já o homem possui passagem por crimes de lesão corporal e ameaça.

Somando o valor do veículo e dos demais materiais apreendidos, o prejuízo ao crime organizado é de cerca de R$ 2,1 milhões.

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Diante dos fatos, o suspeito e o veículo foram encaminhados para Delegacia da Policia Civil de Cuiabá para as demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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