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Gefron apreende 420 quilos de entorpecente e prende dois suspeitos de tráfico de drogas

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Força-tarefa do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), juntamente com a Polícia Federal, Exército Brasileiro e Agência Nacional de Inteligência (Abin), resultou na apreensão de 420 quilos de cloridrato de cocaína e maconha, neste sábado (06.04), no município de Porto Esperidião, região de fronteira entre o Brasil e a Bolívia. 

Dois homens responsáveis pelo transporte da droga foram presos em flagrante. Eles trafegavam pela MT-265 em uma caminhonete S10, de cor branca, quando foram abordados em uma verificação de rotina realizadas pelos policiais.

Durante vistoria no veículo, os militares encontraram os tabeletes de entorpecente no banco traseiro da caminhonete. A dupla, ao ser questionada, confessou que receberia mais de R$ 25 mil reais para fazer o transporte da droga do interior da Bolívia até a cidade de Mirassol D’Oeste. 

Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para Delegacia da Polícia Federal de Cáceres.

A apreensão ocorreu no âmbito da Operação Protetor das Fronteiras e Operação Ágata. Essas operações integradas são continuas e voltadas a repressão ao tráfico ilícito de drogas, bem como a descapitalização de organizações criminosas.

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A população pode colaborar com o Gefron na repressão ao tráfico de drogas fazendo denúncias pelo Disque Denúncia: 0800-6461402 e pela base do Gefron em Cáceres: (65) 99668-7655 – WhatsApp e ligações.
 

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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